quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Promise
Me prometa uma coisa?
Me prometa...Que irá me amar e dizer isso todo dia?
Me prometa...Que nunca me deixará cair, quando envolta em seus olhos?
Me prometa...Que nunca precisarei chorar quando em seu lado estar?
Me prometa...Que contigo será sinonimo de amada?
Me prometa...Que seu sorriso de sol sempre será meu?
Que a minha incerteza e ingenuidade não abale seu ego e arrogancia?
Que meu gelo nunca apague seu fogo?
Que o silêncio nunca abafará seu stereo?
Que castanho-achocolatado nunca vença o azul-eletricidade?
Que na competição de careta mais feia será minha vitória?
Que a lasanha e o macarrão nunca conviverão juntos?
Que, apesar das brigas e defeitos dessa paixão, você nunca irá me deixar ir? Que um simples tremor não seja o suficiente para derrubar nosso castelo de cartas? Que seu coração sempre estará comigo?
sábado, 13 de novembro de 2010
A trilha sonora... Uma parte da Flower Blue
Responda com uma música; por mais idiota que fique.
1. Qual é o seu lema?
Loves Not A Competition (But Im winning) - Cover de Hayley Willians
2. O que seus amigos pensam de você?
Hot'n'Cold - Katy Perry / Sundelly I See - KT Tunstall
3. Sobre o que você costuma pensar?
Everything - Lifehouse / Stars - Switchfoot / Over My Head - A Day To Remember
4. Quanto é 1+1?
Two Is Better Than One - Boys Like Girls ft. Taylor Swift
5. O que você pensa do seu melhor amigo?
Friends - Band Of Skulls
6. Como você pensa na pessoa que você gosta?
Id Lie - Taylor Swift
7. Qual é a história de sua vida?
Kings and Queens - 30 Seconds To Mraz
8. O que você quer ser quando crescer?
When I Grow Up - Mayday Parade
9. O que você pensa quando a pessoa que você gosta passa?
Right Round - Flo Rida ft. Katy Perry
10. O que seus pais pensam de você?
Telephone - Lady GaGa ft. Beyoncé
11. Você vai se casar?
You and Me - Lifehouse
12. O que você vai dançar no seu casamento?
Dancing In The Moonlight - Van Morrison
13. O que tocará no seu funeral?
Halo - Beyonce
14. Qual o seu hobbie?
Your Love Is My Drug - Ke$ha / Ou Bad Medicine - Jon Bon Jovi
15. Qual seu pior segredo?
Dirty Little Secret - The All Rejects Americans
16. O que você pensa dos seus amigos?
Wonderwall - Oasis
17. Qual é a pior coisa que pode acontecer a você?
Brick By Boring Brick - Paramore
18. Como você vai morrer?
Somebody To Love - Justin Bieber (Também não sei o que isso tem a ver com morte, mas tudo bem...) / Starlight - MUSE
19. O que te faz rir?
Don't Cha - The Baseballs
20. O que te faz chorar?
Iris - GooGoo Dolls / Todo Carnaval Tem Seu Fim - Los Hermanos
21. O que te assusta?
The Scients - ColdPlay
22. Alguém te ama?
Here In Your Arms - Hello Goodbye / I see you, you see me - (depois pesquiso)
23. Se você pudesse voltar no tempo...O que faria?
Undisclosed Desires - MUSE
24. O que te magoa?
Heartbreak Warfare - John Mayer
25 - Falsidade, precipitados a seu respeito... simplesmente te deixam...
Kiss My Sass - CobraStarship
26 - Futuro tenebroso...e Passado intrigante.
Terra Do Nuca - Forfun / ou Thanks For The Memories - Fall Out Boy
27 - As mais duras despedidas te fazem...
The Saltwater Room - Owl City
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Testes, revoltas, & coca-cola
O sinal tocou e a turma saiu apressada da sala. Uma menina em especial, mas logo fora abordada pelo professor. Só restavam ela e o professor na sala quando ele tornou a falar:
-Senhorita, poderia me explicar o que é isso? - ele a estendeu uma folha de papel ofício.
-Um teste? -falou sujestivamente.
-Olhe de novo por favor.
TESTE DE PORTUGUÊS DA TURMA - ACERTOS:
TEMPO DE PROVA: 45 MIN. PROVA REALIZADA EM:15 MIN
" Responda as perguntas sem consulta ao livro "Sonho de uma noite de Verão".
1. Quais artifícios Egeu usa para alegar o fato de Lisandro ter enfeitiçado o coração de Hérmia? Justifique.
Ele é Harry Potter. Tome cuidado o.o! Lord Voldmort pode estar lendo isso! Justificação: WTF? Ele é Harry Potter, meu filho, não dá pra justificar essa afirmativa. :D
2. Helena é apaixonada por um personagem. Escreva quem ele é e por que ela sofre tanto por esse amor.
Ele é Edward Cullen, seu idiotãn. Por que ele é um vampiro! E também por que ela está apxonadinha por Jacob. Ela está dividida entre vampiros porpurinados e lobisomens sem camisa (semi-nus, bombados, gostosos, seja lá qual for seu vocabulário, teacher n.n) Teacher pra falar a verdade, acho que Jacob só estava afim mesmo de pegar a menina; quer dizer...Como é que se falava no seu tempo mesmo, hein, profs? Ah, sei; Jacob só queria "pegar os brotos". 3. (trecho do livro) "Pegue também uma flor [...] "
a) A quem Oberon dá as ordens? Aos Teletubies e ao
b) Quem são as personagens a que ele se refere no trecho acima? Provavelmente a Luke e Annabeth... Sabe, acho que ela nunca se conformou, mesmo namorando o gostoso do Percy Jackson.
c) Cite um trecho do poema de Puck, o duende ou qualquer fada:
"(..)As cores lá fora me disseram pra continuar,
elas me disseram pra continuar (..)
(gemido tosco) U-UUU-U-HU-HU(x2) "
4. Escreva que fato estranho ocorre com Titania. Justifique a resposta com comentários.
Primeiro, ela encontra dois animes mágicos e joga Yugi-oh GX, entrando assim, numa batalha tri-dimensional, que dá em uma guinada emocionante. Justificação: Ora, bolas, eu não estava lá para saber, mas tenho certeza que o senhor deve saber. Só assim para perguntar essas coisas... Enfim, Comentários: Foi bem estranho ver aquele bando de fadas voando para cá e para lá na guerra contra a nação do fogo..."
-Então, aluna, como você me aparece com uma coisa dessas em sala? - insitiu o professor ameaçadoramente. Talvez ela o respeitasse mais se já não estivesse tão cansada das infinitas horas de português na semana.
-Er... Eu meio que estava muito criativa esse dia. Sabe, se o senhor olhar, eu fiz a prova em quinze minutos, então minha criatividade deveria ser admirada, não é mesmo? E... E também, o senhor digitou na prova sem consulta ao livro paradidático e eu escrevi sem nenhuma consulta aos livros do colégio- disse com seu melhor sorriso, torcendo para ele achar alguma lógica nisso.
-Olhe, aluna, eu levei sua prova para o coordenador da série, -ela ficou pálida e imóvel - mas infelizmente, ele não achou nenhum motivo para suspendê-la; pelo contrário, ele disse que -abriu aspas com os dedos - Essa menina é um gênio, diga-me, Teacher, como acha que devemos premiá-la? -fechou aspas - Mas eu consegui colocar um pouco de sanidade naquela mente e, como olhamos sua ficha, nós vimos que você matou aula certo dia, por isso ficou com um zero na redação, portanto, nós daremos um dez na redação e faremos uma segunda chamada desse teste na segunda -disse ele mal-humorado.
-Hm, obrigada, então, Professor. Te vejo segunda-feira - o professor acenou com a cabeça e mandou-a prosseguir. Ela catou suas coisas e saiu o mais depressa da sala, e logo na porta da sala estava seu namorado a esperava com uma expressão divertida no rosto.
-O que foi aquilo? - perguntou beijando-lhe a testa.
-Eu não faço a mínima idéia -disse ela ainda em choque. Ambos se retiraram, enquanto ela, tentava formular o que acabava de acontecer e contava ao menino.
Nota da Autora(Flower Blue): Rs. Essa prova se baseia em um exercício real que eu fiz outro dia; mas graças a Deus, meu professor não pediu para vê-los, pois senão, eu teria que argumentar mil vezes melhor e seria levada a algum tipo de "clínica de re-habilitação mental" (lê-se: hospício). Os personagens não pertencem a mim, nem a música do Cine, nem "Um sonho de uma noite de Verão" ou as perguntas do teste, mas o texto e as respostas são minha, hihi.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
...without U, my world is black and white
Ele é meu sol, minha lua, o oxigênio onipresente. Ele diz que me ama como irmão. Me protege como tal, mas talvez, só talvez, ele esteja enganado.
Ela o faz de cego, mas eu posso esperar.
Não dá pra ver mas ele sempre está lá. Me embalando. Zelando por mim.
Rimos juntos, crescemos juntos, estudamos juntos, eu sei que ele vai voltar. Por mim. Um dia, ele vai perceber o grande erro que cometeu ao começar com ela, e mudar.
Mudar tudo. Tudo que eu achava certo. De adiar o inevitável, fugindo por um caminho mais fácil. Eu não me arrependo de ter falado o que falei. Há uma esperança e eu irei lutar por ela até o fim. Ele fugiu.
Sem cor na nossa amizade, o mundo volta um minuto. O minuto que ele levou pensando em mim, aceitando a perda e a futura solidão. Eu esqueci esse minuto, ela ignorou esse minuto, e ele recusou esse minuto.
Esse minuto é tudo que eu levo para digerir e esfriar a mais quente chama de calor.
O silêncio entre nós dois, agora preenchido com conversas vazias, músicas e olhares. Não é a mesma coisa, mas agora eu não preciso esconder.
Eu novamente não me arrependo de ter falado o que falei. Isso de certa forma fez parte de mim. De pensar rápido demais, de calcular antes de falar,de ser transparente conforme os sentimentos a ele, menos um. O amor.
A única vez, por um descuido, ele o notou.
Não posso mudar o destino, ou o que me fez chegar a tal conclusão, mas deixo bem claras minhas intensões. Não é tarde demais para a chance dele.
Não vou esquecer disso. Não vou deixar esfriar. Eu sempre estarei ali, com ele, por ele. É uma batalhaperdida, eu sei, mas eu vou lutar até o último recurso, pois o amor é uma guerra, pela qual vale se arriscar.
Ela o faz de cego, mas eu posso esperar.
Não dá pra ver mas ele sempre está lá. Me embalando. Zelando por mim.
Rimos juntos, crescemos juntos, estudamos juntos, eu sei que ele vai voltar. Por mim. Um dia, ele vai perceber o grande erro que cometeu ao começar com ela, e mudar.
Mudar tudo. Tudo que eu achava certo. De adiar o inevitável, fugindo por um caminho mais fácil. Eu não me arrependo de ter falado o que falei. Há uma esperança e eu irei lutar por ela até o fim. Ele fugiu.
Sem cor na nossa amizade, o mundo volta um minuto. O minuto que ele levou pensando em mim, aceitando a perda e a futura solidão. Eu esqueci esse minuto, ela ignorou esse minuto, e ele recusou esse minuto.
Esse minuto é tudo que eu levo para digerir e esfriar a mais quente chama de calor.
O silêncio entre nós dois, agora preenchido com conversas vazias, músicas e olhares. Não é a mesma coisa, mas agora eu não preciso esconder.
Eu novamente não me arrependo de ter falado o que falei. Isso de certa forma fez parte de mim. De pensar rápido demais, de calcular antes de falar,de ser transparente conforme os sentimentos a ele, menos um. O amor.
A única vez, por um descuido, ele o notou.
Não posso mudar o destino, ou o que me fez chegar a tal conclusão, mas deixo bem claras minhas intensões. Não é tarde demais para a chance dele.
Não vou esquecer disso. Não vou deixar esfriar. Eu sempre estarei ali, com ele, por ele. É uma batalha
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Ninguém é igual a ninguém
Motivos para os quais a palavra esquisito ou esquisita me enervam...
Todo mundo deve já ter ouvido a frase "Cada um tem seu estilo" pelo menos uma vez na vida.
O incrível é ver pessoas repetindo, mas mesmo assim chamando fulano ou cincrano de esquisito. A ignorancia deve ser virtude para essas pessoas, por que, se pararem para analizar, essa frase é como sinônimo de: Ninguém é igual a ninguém.
Pode ser que os hábitos de qualquer um sejam fora do comum nos invariáveis pontos de vista, mas para eles (os caras que você ou alguém já chamou de "esquisito") é normal. Ou seja. Ser normal é algo indefinido. O normal para uma região pode ser andar com elegancia, pronunciar palavras de acordo com a gramática, como para outros pode ser passar o dia na praia tomando litros de alcool e sei lá para outro sair catando lixo no chão por diversão (sem ofensas a essas pessoas de ambas culturas).
Talvez, sair rotulando os outros seja confortável, mas, e a si mesmo?
As pessoas não saem dizendo 'nossa, eu sou esquisita'(na verdade sim, eu e minhas amigas, mas, as pessoas que estou falando não).
Também nos filmes, o personagem reclama "Eu só queria ser normal". Afinal, meu caro, o que significa ser normal para você? Fazer parte do cotidiano? Não ser "esquisito'?
Por favor. Ninguém quer ser ninguém. Ninguém quer ser mais um na multidão. Pelo menos um pequeno brilho diferencial. Mas, voltando ao assunto primordial já comentado: isso torna-te esquisito.
Meu papo é filosófico demais, cara. É melhor eu parar por aqui.
Todo mundo deve já ter ouvido a frase "Cada um tem seu estilo" pelo menos uma vez na vida.
O incrível é ver pessoas repetindo, mas mesmo assim chamando fulano ou cincrano de esquisito. A ignorancia deve ser virtude para essas pessoas, por que, se pararem para analizar, essa frase é como sinônimo de: Ninguém é igual a ninguém.
Pode ser que os hábitos de qualquer um sejam fora do comum nos invariáveis pontos de vista, mas para eles (os caras que você ou alguém já chamou de "esquisito") é normal. Ou seja. Ser normal é algo indefinido. O normal para uma região pode ser andar com elegancia, pronunciar palavras de acordo com a gramática, como para outros pode ser passar o dia na praia tomando litros de alcool e sei lá para outro sair catando lixo no chão por diversão (sem ofensas a essas pessoas de ambas culturas).
Talvez, sair rotulando os outros seja confortável, mas, e a si mesmo?
As pessoas não saem dizendo 'nossa, eu sou esquisita'(na verdade sim, eu e minhas amigas, mas, as pessoas que estou falando não).
Também nos filmes, o personagem reclama "Eu só queria ser normal". Afinal, meu caro, o que significa ser normal para você? Fazer parte do cotidiano? Não ser "esquisito'?
Por favor. Ninguém quer ser ninguém. Ninguém quer ser mais um na multidão. Pelo menos um pequeno brilho diferencial. Mas, voltando ao assunto primordial
Meu papo é filosófico demais, cara. É melhor eu parar por aqui.
domingo, 26 de setembro de 2010
O mundo secreto dos revolucionadores de tecnologia...e eu
Olho para a tela e desperto minha imaginação, que estava absolutamente bloqueada. E eu não vi o por quê. Mas era simples: onde eu estava escrevendo.
Um laptop recém comprado, bonito. Mas não tinha aquele mesmo calor e brilho que meu computador antigo tinha; por mais velho do que eu, lento e pertubado, ele que me inspirava. Era onde todas as idéias começaram.
Observei o teclado do laptop.
Era extenso. Sem relevo, com nenhum som perceptível. Procurei recordar do antigo. O teclado era barulhento e macio. Cada tecla tipo um som. Mais abafado, alto e estridente, como o da barra de espaço.
As letras faziam uma melodia familiar. Soavam como um relógio antigo, tic-toc, no ritmo de meus pensamentos mais doces. Eu escrevia rápido -tornando tudo mais sonoro, o que me deixava cada vez mais íntima e confortável com o texto.
Não havia estrofe ou parágrafo que não me soasse raso. Era tudo escavado, com o merecimento de uma continuação.
Sinto saudades da pequena escrivaninha que abrigava o computador velho. Era amadeirada, de uma cor bonita, com marcas de copos de café e alguns papéis espalhados por ela. O som das gavetas escorregando para fora cada vez que eu procurava um documento, ou do telefone tocando um "tri-li-li-lim" incansávelmente até dar-lhe atenção. O maço de papéis recortados em quadrados irregulares -chulo bloco- e uma caneta sem tampa falha ao lado, para eu anotar uma válvula que me daria idéia para outro texto.
Senti culpa ao me lembrar da página do World aberta e uma página totalmente em branco a ser prenchida. Soltei um suspiro ao lembrar do pequeno mouse. Um fugitivo incansável, que insistia em travar ou escorregar me fazendo clicar em algo indesejável -como um de meus e-mails de propaganda que levavam anos para abrir.
Se não tivesse sido atingido por um vírus devastador, eu estaria melhor. Mais leve, em harmonia, sentada na cadeira almofadada, em frente a uma tela tijolão de computador, ouvindo o tilintar do teclado e levando um café ou um biscoito a boca.
Terei de me acostumar com o silencio e o music player ligado para me reconfortar. Ficar chocada com a mobilidade do notebook de ficar comigo aonde quer que eu vá. Mal acostumando-me a ficar na cama, de pernas para o ar, e permanecer ali até a hora do almoço.
Sinto falta das incansáveis horas a frente do PC mais lento e velho, mas me sinto um pouco melhor de não ter que me preocupar com vírus ou downloads infernizantes. A tecnologia avança, e além do que, já estava na hora de seguir em frente, me levantar da tecnologia abundante de um computador preguiçoso e dar adeus ao ressoar do teclado, substituindo por um clock..clock, do relógio do garfield de meu quarto, abrindo também as portas para a era digital (mais rápida).
Um laptop recém comprado, bonito. Mas não tinha aquele mesmo calor e brilho que meu computador antigo tinha; por mais velho do que eu, lento e pertubado, ele que me inspirava. Era onde todas as idéias começaram.
Observei o teclado do laptop.
Era extenso. Sem relevo, com nenhum som perceptível. Procurei recordar do antigo. O teclado era barulhento e macio. Cada tecla tipo um som. Mais abafado, alto e estridente, como o da barra de espaço.
As letras faziam uma melodia familiar. Soavam como um relógio antigo, tic-toc, no ritmo de meus pensamentos mais doces. Eu escrevia rápido -tornando tudo mais sonoro, o que me deixava cada vez mais íntima e confortável com o texto.
Não havia estrofe ou parágrafo que não me soasse raso. Era tudo escavado, com o merecimento de uma continuação.
Sinto saudades da pequena escrivaninha que abrigava o computador velho. Era amadeirada, de uma cor bonita, com marcas de copos de café e alguns papéis espalhados por ela. O som das gavetas escorregando para fora cada vez que eu procurava um documento, ou do telefone tocando um "tri-li-li-lim" incansávelmente até dar-lhe atenção. O maço de papéis recortados em quadrados irregulares -chulo bloco- e uma caneta sem tampa falha ao lado, para eu anotar uma válvula que me daria idéia para outro texto.
Senti culpa ao me lembrar da página do World aberta e uma página totalmente em branco a ser prenchida. Soltei um suspiro ao lembrar do pequeno mouse. Um fugitivo incansável, que insistia em travar ou escorregar me fazendo clicar em algo indesejável -como um de meus e-mails de propaganda que levavam anos para abrir.
Se não tivesse sido atingido por um vírus devastador, eu estaria melhor. Mais leve, em harmonia, sentada na cadeira almofadada, em frente a uma tela tijolão de computador, ouvindo o tilintar do teclado e levando um café ou um biscoito a boca.
Terei de me acostumar com o silencio e o music player ligado para me reconfortar. Ficar chocada com a mobilidade do notebook de ficar comigo aonde quer que eu vá. Mal acostumando-me a ficar na cama, de pernas para o ar, e permanecer ali até a hora do almoço.
Sinto falta das incansáveis horas a frente do PC mais lento e velho, mas me sinto um pouco melhor de não ter que me preocupar com vírus ou downloads infernizantes. A tecnologia avança, e além do que, já estava na hora de seguir em frente, me levantar da tecnologia abundante de um computador preguiçoso e dar adeus ao ressoar do teclado, substituindo por um clock..clock, do relógio do garfield de meu quarto, abrindo também as portas para a era digital (mais rápida).
sábado, 25 de setembro de 2010
Não há comparação
Eu sorrio ao ver que algumas pessoas aprenderam a ler assim; brincando.
As vezes mais desenhos que palavras ou menos história que folha, mas é assim mesmo.
Pode não ser a leitura, ou a escrita, mas mesmo assim, as pessoas aprendem a paixão pela palavras, começando por um simples personagem, por mais bobo que seja, mas que transmita a parte literária e pensativa.
Fazem rir, meditar, emocionar, ajudar, chorar... Enfim, quem disse que as palavras são poderosas estava certo. Não com o mesmo poder que uma arma, mas tão impactante quanto.
Podem transmitir mensagens ou não. Podem ser bobeiras, e banalidades, mas as palavras são feitas de sonhos, de um maravilhoso e extenso paraíso de pensamentos inimaginários e ficam emersos em nossa mente.
Os gibis, livros de histórias infantis, os cartilhas abrem as portas para tudo. O que seria da matemática sem interpretação, ou da história sem os relatos, como livros (Odisséia e etc)... Às vezes até a ciência, mas ciência é coisa para outro arranjo de letras do meu mar. A ciência é o que nos faz entender -coisas desnecessárias para outros mas que são legais de repassar.
É o simples diálogo, representado que começa com as crônicas ou até mitos. Desde os tempos antigos...beeem antigos o homem tem vontade de se expressar, pinturas, esculturas, molduras, arquiteturas diferentes...Mas nada se compara a palavra.
As vezes mais desenhos que palavras ou menos história que folha, mas é assim mesmo.
Pode não ser a leitura, ou a escrita, mas mesmo assim, as pessoas aprendem a paixão pela palavras, começando por um simples personagem, por mais bobo que seja, mas que transmita a parte literária e pensativa.
Fazem rir, meditar, emocionar, ajudar, chorar... Enfim, quem disse que as palavras são poderosas estava certo. Não com o mesmo poder que uma arma, mas tão impactante quanto.
Podem transmitir mensagens ou não. Podem ser bobeiras, e banalidades, mas as palavras são feitas de sonhos, de um maravilhoso e extenso paraíso de pensamentos inimaginários e ficam emersos em nossa mente.
Os gibis, livros de histórias infantis, os cartilhas abrem as portas para tudo. O que seria da matemática sem interpretação, ou da história sem os relatos, como livros (Odisséia e etc)... Às vezes até a ciência, mas ciência é coisa para outro arranjo de letras do meu mar. A ciência é o que nos faz entender -coisas desnecessárias para outros mas que são legais de repassar.
É o simples diálogo, representado que começa com as crônicas ou até mitos. Desde os tempos antigos...beeem antigos o homem tem vontade de se expressar, pinturas, esculturas, molduras, arquiteturas diferentes...Mas nada se compara a palavra.
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